Arquivo de Autor de Envolve-te

17
Jun
10

A sustentabilidade do futuro

A Volkswagen apresentou o seu primeiro veículo de duas rodas e o conceito “Think Blue” na Auto China 2010. Por incrível que possa parecer, a bicicleta da Volkswagen chamou mais atenção das pessoas do que os seus próprios carros, além disso gerou no mundo inteiro curiosidade para ver neste vídeo do you tube como ela funciona.

A empresa tem-se referido a ela como a obra de arte da mobilidade. A VW Bike não tem pedais, é dobrável, travão de disco nas duas rodas e funciona com uma bateria que pode ser recarregada no próprio carro, em corrente contínua ou numa tomada AC comum. Foi concebida para se encaixar perfeitamente no compartimento do pneu sobresselente do carro.
O Conceito de mobilidade deste equipamento é para que a bicicleta seja um complemento do carro. Assim, o motorista poderia deixar o carro num estacionamento fora dos grandes centros congestionados e mover-se em zonas com tráfego elevado na sua bicicleta eléctrica.
Para saber mais leia aqui

Artigo enviado via mail por Ismael Varanda

17
Jun
10

workhop de teatro

A plataforma Envolve-te com o apoio da Cooperativa Habitovar, promovem a acção de formação em representação teatral do actor e encenador Rui Silva.

A acção de formação visa criar ferramentas para alertar e desenvolver a consciência do actor. Serão desenvolvidos exercícios e situações que permitam alargar/expandir essa consciência – a relação do actor com o outro e com o espaço. Por outro lado e sempre em estreita relação com o espaço, perceber o que se altera no “jogo” ena própria identidade do “eu” actor com a presença do outro e trabalhar essas sinâmicas.

Enquanto actor, O Rui trabalhou com João Grosso, António Capelo, Lúcia Sigalho, Kuniaki Ita, Rogério de Carvalho, Jerzy Klesley, Joana Providência, José Mora Ramos, Nuno Pino Custódio, Miguel Seabra, entre outros.
Encenação de “A Minha Família”, de Carlos Liscano (Espéctaculo premiado no IV Festival de Teatro da Póvoa do Lanhoso com os seguintes prémios: Melhor Espectáculo, Melhor Encenação, Melhor Luz, Melhor Actor e Menção Honrosa para melhor Actriz) e “Da Ocidental Praia Lusitana” (Prémio de Melhor Encenação no CALE-se – Festival Internacional de Teatro de Amadores 2009).
No cinema destacam-se as curtas metragens “Pobre de pedir”, e “Procura-se amigo” – Festival de Nationen 2008 – Áustria – Urso de Bronze – Ovarvídeo 2008 – Melhor Argumento, “3 Caminheiros” e “Escolha Indiferente”.

Os horários da formação são os seguintes:

Dia 25 de Junho – 20h30 às 24h;
Dia 26 de Junho – 14h30 às 19h30;
Dia 27 de Junho – 14h30 às 19h;

21
Mai
10

Ontem foi bom!

Com a sala do Bar do centro de arte muito bem composta, ontem realizou-se a projecção do segundo filme da Mostra de Cinema Independente.

Sicko de Michael Moore não defraudou. Um documentário comprometido com os cuidados de saúde universais, cáustico e sério, divertido e pedagógico, retirou risos e solidariedade perante um público que sente cada vez mais, que refletir é preciso.

No fim, em conversas paralelas, foram várias as ideias e contributos para o futuro e elogios pela iniciativa. Desta forma, é com prazer que desde já vos convidamos para o próximo filme que se realizará já no próximo dia 24 de Junho.

La Haine, um filme forte, que problematiza a questão da imigração e da sua integração nos países de acolhimento, deixa um registo cru e violento sobre essa realidade. Os desafios e a reflexão necessária para os poder superar é todo o contexto subjacente a esta produção. Premiado em vários festivais europeus é um filme a não perder.

Um abraço e até ao próximo mês.

17
Mai
10

Esta quinta. Sicko no bar do centro de arte


Esta quinta feira, inserida na programação da Mostra de Cinema Independente apresentamo-vos o Sicko de Michael Moore.

14
Mai
10

workhop de teatro por Rui M. Silva.

Dia 21 de Maio – 20h30 às 24h;
Dia 22 de Maio – 14h30 às 19h30;
Dia 23 de Maio – 14h30 às 19h;

Número máximo de inscrições: 15
Número mínimo de inscrições:10

Clique na imagem para aumentá-la.

24
Abr
10

Mostra de cinema

Na passada quinta feira realizou-se no Bar do Centro de Arte a projecção do primeiro filme, do Ciclo de Cinema Independente promovido pelo Envolve-te.
Com uma boa participação para a primeira vez, o filme não defraudou as expectativas e pelos comentários pós projecção, toda a gente estava à espera de um período de debate ou de troca de opiniões sobre o filme.
Portanto, desde já fica prometido que já no próximo filme esse período vai existir.
Desde já para quem foi, esperamos encontrar-vos já no próximo dia 20 de Maio na exibição do Sicko do Michael Moore.
Para quem não foi, e se gostam de cinema, apareçam. Vão ver que não custa nada!

20
Abr
10

É já quinta feira

16
Abr
10

4 Meses 4 Filmes.


03
Abr
10

Uma viagem para contar

Dia 8 de Abril O Rafael e Tânia vão ao centro de arte, apresentar o que foi a sua viagem.
Quando o Rafael chegou, falámos na hipótese de eles poderem fazer uma coisa deste tipo, um dia telefonou, e cá está.
Foram meses de bicicleta, percorrendo a Europa (a vermelho no mapa). Vão ser as histórias, as experiências, as angústias, o desconhecido, os amigos, etc… que nos vão contar.
Uma noite par, conhecer, aprender e divertir.

17
Dez
09

Amanhã conversemos durante o café

Amanhã, sexta feira, dia 18, vai haver uma conversa (um café mais longo) às 22 horas no Know How.
Este encontro irá servir para pensarmos e definirmos estratégias, propostas de acções e iniciativas e conversarmos sobre formas mais eficientes de comunicarmos e trocarmos informação.
Aparece, porque sem as pessoas ganha o vazio.

14
Dez
09

Solidariedade e justiça

07
Dez
09

Sessão na Glorys

Foi na passada sexta feira que o Projecto Envolve-te fez a sua sessão de apresentação num encontro público realizado no Glorys.
Numa sessão em que participaram cerca de 50 pessoas, apresentou-se um vídeo (em baixo) que retratou a iniciativa do passado dia 20 de Novembro em frente à Câmara Municipal, no apelo que fizemos para a participação, envolvimento e mais intervenção na sociedade .
Foi a partir deste ponto que tivemos uma conversa aberta sobre os desafios e objectivos que se põem a um movimento ou plataforma deste tipo, em que são as pessoas quem os faz.
Nós os promotores demos o pontapé de saída, e indicámos caminhos e propostas de futuro para este projecto. Em nosso entender o Envolve-te pode diversificar-se em diversas áreas da vida social (da cultura aos equipamentos públicos, da ecologia à ao desenvolvimento económico, do lazer, ao desporto, do desemprego à precariedade, dos transportes públicos ao uso da bicicleta, etc…) bem como diferentes tipos de funções. O envolve-te pode desempenhar uma acção de escrutínio democrático sobre as decisões que afectam a vida das pessoas, de iniciativa para a criação e cooperação na realização de projectos que podem ter um cariz diverso (acções de informação urbana, arte urbana, produções de eventos culturais, associarmo-nos em projectos que já decorrem em outras associações ou movimentos no país, etc…) e também em acções concretas nos temas mais unificadores e consensuais em que, quando o bem público, o que mexe com a vida das pessoas e valores universais como os direitos humanos são postos em causa.
Isto são propostas e algumas delas serão feitas mas, este desafio, que é sentir e fazer passar a mensagem que vale a pena preocuparmo-nos e que temos capacidade para influenciar algumas decisões e as práticas correntes só será possível convosco, connosco, com pessoas que tracem novos rumos, novos interesses, diferentes experiências e motivações.

Sessão na Glorys

Foi de tudo isto que se falou, e para acertar agulhas, apalavrou-se um primeiro encontro numa data e local a designar para falarmos e traçarmos alguma orientação para o futuro mais imediato.
Futuramente o Blog, vai ter uma forma mais fácil de comunicarmos, de qualquer maneira utilizem a caixa de comentários não só para os comentários tradicionais, mas para dar ideias e propostas. O que quiserem.
Quanto ao encontro, vão ter noticias aqui.
Se tiverem datas ou locais a propor digam.

04
Dez
09

É já hoje – Sessão do Envolve-te

Hoje, sexta feira, 4 de Dezembro, apresentação do Projecto Envolve-te numa sessão pública que irá decorrer no Glorys, praça das Galinhas às 22 horas.
O objectivo desta sessão é apresentar o Projecto pelos seus promotores à comunidade e à cidade.
O que é, Porque nasceu, que desafio está a lançar, o que irá fazer, o papel do todos e todas nós neste projecto são estas as respostas que procuraremos responder.
Venham tomar café e pode ser que vos agrade.
Envolvam-se

27
Nov
09

Flamingos na ria

27
Nov
09

Ai Portugal, Portugal…

Primeiro, processaram jornalistas, depois pressionaram os meios de comunicação social, seguiu-se o caso com o Presidente da República e agora os juízes acusam o governo de pressão e condicionamento sobre o poder judicial. Do ponto de vista “dos garantes “ do Estado de Direito e Democrático a realidade dificilmente poderia ser pior. A somar a tudo isto o estado do País é caótico, os casos de corrupção com participação directa ou indirecta de governantes, ex-governantes e empresas do estado sucedem-se, o Tribunal de Contas não valida um único concurso público feito aos negócios das construtoras das auto-estradas, o país está em recessão, o desemprego real ultrapassa os 10%, o défice das contas públicas e o endividamento público começam a ser assombrosos e a crise económica e social, não a financeira, aprofunda-se cá e em praticamente todo o Mundo (com relevância, excepto no Brasil, na China e no caso muito particular da Bolívia, mas por razões diferentes).
Os avisos já começaram a soar, a União Europeia e a OCDE já disseram que Portugal em 2011 tem que começar a convergir de forma sustentável para os valores do Pacto de Estabilidade e Crescimento e as agências de rating já disseram que Portugal vai começar a pagar juros mais caros quando se financia no exterior.
Por isso começamos a saber perfeitamente o que aí vem, mais impostos sobre as pessoas e empresas, desinvestimento nas políticas sociais, desinvestimento nos serviços públicos, congelamento dos salários e a partir de 2011 privatizações ao desbarato. Digamos as coisas como elas são: Vamos empobrecer.
Para finalizar este quadro negro, falta dizer, que o distanciamento dos cidadãos com a política é cada vez maior (não pela palavra politica, mas sim, porque na maior parte das vezes é muito mal frequentada), o governo é minoritário, o Primeiro-ministro para ser simpático tem uma aura que de anjo sabemos que não é e a sua imagem pública degrada-se diariamente.
Temos o caldo perfeito, um a crise social, uma crise económica e uma crise política.
Hoje mais que nunca é tempo de estar vigilante e actuante, são tempos demasiado importantes para taparmos os olhos e virar-mos as costas, porque não podemos fugir, eles virão bater-nos à porta.

25
Nov
09

Elas somos nós


No dia em que sabemos que os casos denunciados de violência doméstica aumentaram dez por cento neste último ano, sabemos também que destes 8500 casos já registados muitos tiveram um desfecho dramático, como atesta a estatística dos anos anteriores, 43 homicídios em 2007 e 40 homicídios em 2008 entre casais.
São mulheres e homens mas sobretudo são elas as grandes vitimas deste flagelo e atentado público a todos e todas nós. Porque este não é um crime qualquer, é público, que resulta na grande maioria das vezes pelas relações de pertença ou dominação de um sobre outro, desprezando e mitigando a liberdade individual, instalando o medo e a vergonha na convivência social. Transforma a vida num terror. Vídeo via arrastão

25
Nov
09

“Os Intocáveis”

Depois de termos assistido ao espectáculo lamentável e degradante dado pelo Procurador-geral da República (PGR) e pelo Presidente do Supremo Tribunal de Justiça enquanto jogavam ao jogo do empurra na decisão sobre o conteúdo criminal das escutas efectuadas a Armando Vara em que intervinha José Sócrates, e porque todos ficámos perplexos quando ouvimos o PGR mandá-las arquivar e considerá-las nulas para a abertura de um inquérito de investigação sem mais justificação, recuperamos assim um artigo de Mário Crespo no Jornal de Noticias de 2 de Dezembro.
ler artigo

23
Nov
09

Recibos Verdes: “Antes da dívida temos direitos”

“A deterioração das relações laborais avança em Portugal a um ritmo avassalador, com perda de direitos e erosão das condições de vida para sectores cada vez mais vastos da população. A par do aumento do desemprego, há hoje cerca de 2 milhões de pessoas em situação de precariedade, sujeitas à arbitrariedade dos patrões, obrigadas a aceitar os baixos salários e a incerteza, à margem do enquadramento legal, da protecção social e das garantias mínimas. A chantagem social individualiza as relações laborais para enfraquecer a parte mais fraca: os trabalhadores/as.”

“Assim, há hoje milhares de trabalhadores/as a recibos verdes que viram acumular-se uma dívida à Segurança Social, que, nas suas condições, não conseguem saldar. Uma dívida quase sempre contraída numa situação que, além de injusta, é ilegal. É uma dívida contraída porque os patrões não descontaram o que deveriam, se a esse trabalho correspondesse o contrato de trabalho devido; é uma dívida contraída por milhares de pessoas que nunca tiveram direito aos subsídios de férias ou de Natal; é uma dívida contraída por pessoas que, por serem cinicamente consideradas empresários/as, nunca tiveram apoio na doença ou no desemprego.”
É sobre o verdadeiro atentado que é a vida ganha através de um recibo verde e que a precariedade já se confunde com um modo de vida, que podes assinar a justissima petição: “Antes da divida temos direitos” em http://antesdadividatemosdireitos.org

22
Nov
09

Azulejo(s)

Azulejo

Na linha daquilo que nos vem habituando, o azulejo promoveu nesta última semana mais uma acção de sensibilização sobre o estado de conservação de um dos mais valiosos patrimónios identitários e culturais da cidade de ovar.
Do ponto de vista histórico, a cidade é relativamente recente, não temos um centro histórico com palácios e ruinas de séculos anteriores mas temos a nossa própria história e traços culturais muito próprios de uma região, quer ao nível gastronómico, do ponto de vista urbano e arquitectónico, a forma de como as relações pessoais se processam, a arte xávega, o Carnaval, etc..
Falando do património “urbano”, “Passear nas ruas de Ovar é como passear numa exposição de tipos de arquitectura e de revestimentos de azulejos dos séculos XIX e XX” (folheto do turismo da CMO) o que gostávamos era que não fosse uma exposição esboracada e com cada vez menos qualidade. Temo que daqui a dez ou quinze anos já não faça sentido ter esta frase no folheto da cidade, porque invariavelmente o que vai acontecer é o seu desaparecimento por destruição ou abandono. Esta situação não é propriamente nova, lembremo-nos apenas dos palheiros característicos de toda a faixa litoral que ia da Costa Nova a Espinho, presumo que no Furadouro, Esmoriz e Cortegaça não tenham três sequer para amostra.
Bem, os méritos a seu dono.
Parabéns ao azulejo pela excelente iniciativa. http://almanaqueazulejo.blogspot.com
Podem ver algumas fotos na fotogaleria.
Caso queiram saber um pouco mais sobre a temática dos azulejos em Ovar consultem http://azulejos-de-ovar.blogspot.com

20
Nov
09

Hoje enterrámos a indiferença!

Foi com esta iniciativa que o envolve-te se apresentou publicamente.
Hoje à noite no centro de Artes a partir das 21:00 horas.
Fotos na galeria de fotos.

20
Nov
09

Manifestação dos trabalhadores da Aerosoles

Manifestação Aerosoles

Fiquei impressionado com o número de pessoas que esta quinta feira se manifestaram em Ovar.
São os rostos da preocupação, do desespero, da ansiedade, expressões agoniantes, aquelas que só o fantasma do desemprego pode fazer. As soluções têm que começar a existir porque a situação é grave, a taxa de desemprego no distrito de Aveiro já é a quinta do país e ultrapassa já os dez por cento. Um dos temas futuros a desenvolver terá que ser a estratégia de desenvolvimento local ou regional. Desde já fica prometido voltarmos a este tema.

19
Nov
09

A Evolução do Roubo

19
Nov
09

Desafios

Uma reflexão sobre escolhas.

Uma manifestação de vontades.

 

Passadas três eleições onde os cidadãos e cidadãs elegeram os seus representantes, escolheram as ideias e os programas que os governarão, põe-se então a seguinte questão: E agora?

Alguns poderão achar esta pergunta completamente despropositada pois aquilo que crêem já lhes foi pedido, a escolha através do voto, está feita, sendo agora a governança pública problema e responsabilidade dos eleitos.

Se muitos têm esta opinião, muitos outros não a têm e é neste último grupo que nós nos incluímos. Recusamos este modelo de serviços mínimos da prática democrática, amorfa e claustrofóbica, onde através de uma espécie de delegação de poder os cidadãos e cidadãs se demitem de participar e vigiar a qualidade da democracia, acantonando-se no discurso de que querem é que lhes resolvam os problemas e façam alguma coisinha pelas pessoas, pelas cidades e pelo país. A nossa escolha é outra: democracia participativa.

O que está em questão é o tipo de democracia que queremos e essa escolha é responsabilidade de cada um, individual e colectivamente. Em nosso entender, a escolha é entre a indiferença e a participação, o imobilismo e a intervenção, a desresponsabilização e o comprometimento. A escolha que fazemos é entre uma sociedade consciente, exigente e participativa ou uma sociedade descomprometida e individualista.

Os tempos que vivemos são tempos difíceis: o desemprego não pára de aumentar, o pouco trabalho disponível que existe é precário e sem direitos, as oportunidades rareiam. No entanto, a corrupção, o favorecimento e o compadrio parecem instalar-se como práticas correntes provocando uma convivência social amena e cordata com a fraude e o crime. E isto é preocupante. Igualmente preocupante é a completa resignação e desesperança que se instalou nas pessoas. É pois urgente que novas formas, novos actores e novos projectos de intervenção social emerjam, se desenvolvam e procurem resgatar as pessoas para a participação. São necessários projectos que rompam com a passividade e o imobilismo, que sejam capazes de intervir sobre as mais diversas áreas das nossas vidas – do saneamento básico ao cinema independente, do emprego à ecologia, da rodovia à ferrovia, das patentes ao software livre, do desporto à política, da cultura ao lazer -, que recusem tabus, que encontrem novas formas de organização – da tertúlia ao teatro do oprimido.

Todas estas e outras questões do quotidiano das comunidades estão em permanente conflito, mas também em permanente construção. Alhearmo-nos deste processo, demitirmo-nos de participar significa a nossa disponibilidade para que decidam por nós e nos roubem o direito à indignação.

Porque cremos que este não é o caminho, anuncia-mos que um novo projecto vai surgir na cidade com o objectivo de construir um espaço alternativo, de liberdade, de acção e pensamento, movido pela energia das pessoas que se queiram comprometer com a emancipação, que recusem o conformismo e que se empenhem na denúncia dos problemas e na construção das soluções.

Este projecto pretende ser uma plataforma que reúna ideias e vontades, que tenha uma agenda que seja a agenda de todos aqueles e todas aquelas que querem fazer coisas e encontrar parceiros para a sua consecução; um projecto que quer saltar da mesa do café onde todas e todos falamos, nos lamentamos, propomos, discutimos, dizemos as coisas mais inteligentes do mundo mas que acabam por ser quase sempre inconsequentes porque nunca saem daquele lugar e desaparecem entre um copo e um cigarro.

É este o desafio que te lançamos! Também ele está na tua mão.

Uma vez mais a decisão é tua.




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